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e-commerce brasileiro: acessibilidade digital ainda precária

E-commerce

As principais empresas de e-commerce do Brasil não enxergam pessoas com deficiência como potenciais consumidores e não investem em acessibilidade.

Estudo do movimento Web Para Todos com o World Wide Web Consortium comprovou a precariedade da acessibilidade digital no País.

A pesquisa avaliou as 15 maiores páginas brasileiras de comércio eletrônico, de acordo com o ranking Alexa no dia 12/01/2018.

Na lista estão Americanas, Casas Bahia, Centauro, Dafiti, Extra, Kabum, Kanui, Magazine Luiza, Netshoes, Pontofrio, Ricardo Eletro, Saraiva, Shoptime, Submarino e Walmart.

Em 28% dos testes, pessoas com deficiência não concluíram a compra por problemas antes ou durante a finalização do pedido.

São barreiras no cadastro, para clicar nos botões, navegação, adicionar produtos ao carrinho, gerar boleto ou usar leitor de tela.

E-COMMERCE NÃO RESPEITA DIREITOS DO CONSUMIDOR

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor constatou diversas violações de direitos das pessoas com deficiência no e-commerce do País.

Violação do atendimento facilitado ao consumidor, com deficiência ou não, e violação do direito de acessibilidade nos websites do Brasil.

O estudo verificou que 67% das pessoas que compraram não conseguiram cancelar o pedido. E 30% sequer alcançaram essa etapa.

Para o Idec, essa barreira fere o direito de arrependimento garantido no art. 5º do Decreto de Comércio Eletrônico (7.962/2013).

Segundo a lei, fornecedores devem apresentar, de forma clara e ostensiva, os meios adequados para exercício do direito de arrependimento.

É uma tentativa de esconder e ocultar a opção do arrependimento, alerta o instituto, colocando o consumidor em excessiva desvantagem.

ACESSIBILIDADE DIGITAL PRECÁRIA NO E-COMMERCE

Entre os usuários, 76% daqueles que testaram leitor na tela inicial de e-commerce  não entenderam as imagens, barreira que impediu a compra.

Uma violação ao direito do consumidor com deficiência à informação nas relações de consumo, ratificado pela Lei Brasileira de Inclusão.

Também foi verificado que 43% dos usuários não encontraram nome, CNPJ ou endereço da loja de e-commerce de maneira destacada.

E-COMMERCE DEVE CRESCER 15% NO BRASIL

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico prevê crescimento de 15% em 2018, com mais de R$ 69 bilhões em faturamento.

Também há expectativa de que 33% dos pedidos do comércio eletrônico brasileiro sejam consolidados por meio de smartphones neste ano.

Em 2017, o e-commerce brasileiro cresceu 12% em relação a 2016, movimentando R$ 59,9 bilhões, de acordo com a ABComm.

BROWSER ACESSÍVEL DA ESSENTIAL ACCESSIBILITY

O app para acessibilidade digital eSSENTIAL Accessibility permite navegação livre na internet e uma experiência completa para pessoas com deficiências.

Pessoas que convivem com restrições de diversos tipos precisam das tecnologias oferecidas pela eA para a garantia de sua independência.

Nosso app para acessibilidade digital tem cursor controlado por face tracking, substituição de toque, mouses alternativos e leitor de tela.

Oferecemos ainda cursor ‘easy grid’, clique visual, cursor comandado por voz e até controle de joystick da cadeira de rodas.

É a evolução do app para pessoas com deficiência navegarem na internet ou em redes corporativas com autonomia e segurança.

COMPLIANCE PARA ACESSIBILIDADE

Os serviços de acessibilidade digital da eSSENTIAL Accessibility ajudam empresas a permanecer em compliance com as orientações da WCAG 2.0.

Nossos testes são feitos por pessoas com deficiência que usam tecnologias assistivas para avaliar websites, APPs, com análise de cada etapa do projeto e sua eficiência.

Aplicamos testes progressivos contínuos que seguem a metodologia W3C para garantir conformidade com os requerimentos de acessibilidade apropriados.

Além disso, alinhamos documentos PDF à diretrizes para garantir conformidade com as recomendações relevantes, e garantimos ainda que áudios e vídeos estejam acessíveis a todos, com legendas, transcrições e audiodescrição.